domingo, 24 de agosto de 2008

Tristeza não tem fim...

Fluminense 1x1 Sport - Turbulência de volta. Quando parecia que a coisa ia...não foi. Estagnou. E à zona de rebaixamento, que fazia parte do passado Tricolor, ao final da rodada, pode passar a ser presente e, pelo futebol (?) apresentado, futuro. O empate contra o despretensioso Sport (10º/29 pts.) é preocupante, sintomático. O primeiro representante brasileiro na Libertadores-2009 joga livre, leve e solto - completamente oposto ao Fluminense (16º/23 pts.) que, para piorar, não contará mais com Thiago Neves. Nelsinho Baptista usa a competição como laboratório. Roger, livre, abriu o placar para o Leão, em pleno Maracanã. E só aos 38, Washington - agora vice-artilheiro, com 13 tentos -, de pênalti, empatou. Curioso o gol só ter saido no fim, posto que Cuca - no melhor estilo Renato Gaúcho - profetizou (!), prometeu, que o Fluminense iria empatar logo aos 5 min. Jocoso, porque Cuca não é assim. Muito pelo contrário. É irritantemente cético, por vezes. Será ordem no clube proferir tais fanfarronices?

Os gols desta partida


■■■■■■

Figueirense 1x2 Vitória - Surpresa. O Vitória (5º/36 pts.) vindo de dois maus resultados - derrota e empate, este em casa -, sem sua revelação Marquinhos e Dinei - emprestado ao Celta de Vigo -, vinha caindo. O Figueirense (11º/28 pts.), inconstante que é, bem ou mal, conseguia resultados no Orlando Scarpelli. Hoje, não. Tão logo a partida teve início, a equipe de Vagner Mancini abriu o placar, com um golaço (confira!) de bicicleta de Marcelo Batatais. Aos 12, Bruno Aguiar empatou e, aos 39, Rodrigão - quem diria?... - decretou o resultado que garantiu a proximidade com o G4. A defesa catarinense é algo pavoroso. Levar um gol de Rodrigão é, no mínimo, inquietante.

Os gols desta partida


■■■■■■

Após alguns percalços, a seleção feminina de vôlei, enfim, chega ao lugar mais alto do pódio. Na última Olimpíada (2004, Atenas), chegaram às semi-finais contra as Russas e, com sete (!) match points, conseguiram a proeza de perder a vaga às finais. E, ano passado, no Pan-Americano - dessa vez frente às cubanas - perderam por 3 a 2, na final, em casa. O suficiente para serem tachadas de "amarelonas" e afins. Com alguma razão, admitamos. Sobretudo pela derrota inimaginável na Grécia, era nítido que o problema era no âmbito psicológico. E, com louvor, foi contratada uma profissional da área para esta Olimpíada - o primeiro passo é admitir. O resultado foi coincidência? Nem de longe. O problema não estava no treinador - ao menos, aparentemente -, até porque a seleção chegava. Só pecava na hora de matar o jogo. De vencer! Portanto, este ouro tem grande contribuição de Sâmia Hallege (foto), indubitavelmente. As meninas - agora de ouro - do Brasil não sucumbiram à pressão. E que assim sigam. Claro, com Sâmia. Parabéns a todos os responsáveis pela dourada medalha. A lamentar o "desabafo" descabido de algumas atletas, como Mari e Fabi. No esporte, principalmente nos mais populares, sempre haverá pressão por resultados. E esta só existe porque o povo brasileiro sabe da capacidade que elas têm. Quem não agüenta, melhor nem começar. E para a maioria dos brasileiros - me incluo neste "seleto" grupo -, o segundo colocado, nada mais é do que o primeiro dos últimos.

Em tempo: Essa última linha de materiais da Olympikus - em degradê - é linda. Por mim, não mudava mais.

2 comentário(s):

Sobre o Futebol Carioca disse...

é o fluminense ainda continua jogando nada, ta mal.
tem q melhorar muito ainda.

essas meninas do Volei são as melhores do MUNDO.

Filipe Araújo disse...

Que golaço!!

Abrazo!

http://gambetas.blogspot.com